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POS ou TEF: Quando cada solução vale a pena

Sabe aquela estória do copo meio cheio ou meio vazio, que ilustra de forma genial que tudo não passa de uma questão de ponto de vista? Pois bem, a próxima frase vai encaixar certinho nisso: hoje, no Brasil, aproximadamente 30% das transações de pagamento são feitas através de cartões de crédito ou débito no varejo… (Uma pausa dramática)… Sim, você esperava que fosse mais né? Mas talvez você more em uma grande metrópole, como São Paulo ou Rio onde as vendas em cartão de crédito e débito se consolidaram e, por conta do aumento de renda e do medo de violência, as pessoas vem, a cada dia, abolindo o uso de notas de papel. E você, esperava que fosse menos né? Mas talvez você more em uma cidade conservadora, onde ainda se usa muito fiado, ou o comércio aceita muito cheque, ou você prefere pagar tudo com dinheiro mesmo. Ah, e seu cartão deve estar guardado lá na gaveta e você sequer se lembra da senha…

Os dois extremos são verdade, mas que ilustram uma situação interessante: o mercado de Meios de Pagamento ainda vai crescer muito no Brasil. Se com uma taxa de penetração de 30% na quantidade de transações VISA, Mastercard, Cielo, Redecard, Get Net e outras são tão grandes, imagine o que vem por aí nos próximos 10 anos? Pensando nisso, é importante saber como se preparar para o inevitável aumento de demanda.

 

O que é POS?

POS e TEF são apenas duas das soluções possíveis para pagamentos em cartão hoje em dia. Mas, por hora, vou me atentar a elas por uma questão de demanda. POS nada mais é do que a maquineta de cartão, alugada ou cedida (ultimamente mais cedida diga-se de passagem) que você pede para o seu comércio. Ela é descomplicada: pega o cartão do cliente, põe na máquina, digita o valor, cliente digita a senha, sai o comprovante e… Acabou. Simples assim. Por conta de tanta simplicidade, quase a totalidade dos pequenos varejistas adotam as POS e passam anos fazendo todas as transações de cartões desta forma. Nada contra, mas alguns detalhes devem ser observados:

– Em alguns estados o TEF é obrigatório, exigido por Lei e não implanta-lo pode significar multa;

– Você já parou para se perguntar se a administradora de cartão te repassa TODOS os valores que você passa na maquineta?

 

Calma, então o que é TEF?

Vamos com calma. Primeiro, o que é TEF? TEF nada mais é do que Transferência Eletrônica de Fundos e transformou-se em sinônimo de solução para recebimento de cartões de débito e crédito integrado com a emissão do cupom Fiscal. Ficou difícil? Vamos ilustrar. Você, varejista, vai no mercado não vai? Muito bem, quando você vai passar no caixa do supermercado e você resolve pagar com cartão o operador de caixa pede a você para inserir seu cartão em um equipamento (pin pad). Você insere o cartão e o sistema que o mercado usa reconhece os dados do mesmo certo? Aí você digita a senha e a impressora fiscal imprime além do cupom fiscal um comprovante de cartão certo? Pois bem, isso é o TEF! Portanto, para se fazer TEF é preciso ter, antes de qualquer coisa, um sistema de automação comercial e uma impressora fiscal. Sendo assim todos aqueles que estão lendo que usam POS e não tem nem sistema nem impressora fiscal um passo para trás. Para você, infelizmente, o TEF não vai servir.

Ah legal, eu tenho o sistema, mas uso POS. Porque migrar para o TEF?

Antes de responder esta pergunta, vou lhe fazer outra: qual o percentual das suas vendas que são em cartão de débito ou crédito? Se a resposta for acima de 75% você deve pensar no TEF como uma solução que aumenta sua eficiência e velocidade no caixa (sim, o operador de caixa opera apenas um equipamento, tornando o atendimento mais rápido). Além disso, há vínculo entre o cupom fiscal e as vendas com cartão facilitando a conciliação de informações. Você também pode gerenciar as transações que estão acontecendo, ter acesso a dados estatísticos de vendas, entender melhor o comportamento do seu cliente, etc… Os motivos descritos até agora já seriam suficientes para provar que o TEF para quem vende muito no cartão é fundamental.

Será que você recebe tudo?

Se sentindo enganado?

Mas aí vem a segunda pergunta. E por que ela é importante? Simples. Por que não significa que pelo fato de você ter passado a venda pelo POS ou pelo TEF a administradora de cartão vai te pagar. COMO É QUE É? Isso mesmo. Nem tudo aquilo que passa pelo POS ou pelo TEF é repassado para o lojista. Na comunicação entre administradora de cartão, banco e lojista muita coisa pode acontecer e o relatório de recebimentos ser falho. Agora mexeu no bolso né?

Se você tem POS meu conselho é quando receber o relatório da administradora de cartão pegar TODOS os boletinhos de venda no cartão e conferir um a um se está sendo pago. Confere pelo período de corte para pagamento, ex. do dia 01 ao dia 31. Ah, vai dar muito trabalho? Então chame a empresa que lhe vendeu o Software e peça para explicar os benefícios que o TEF + uma ferramenta de conciliação bancária podem fazer por você. Imagine ao invés de conferir manualmente TODAS as transações (pessoas erram sem querer também) um sistema que lhe entrega os dados consolidados em relatório, apenas para você mostrar para a administradora para acerto dos valores?

Por isso, fica a dica: entenda se sua operação de venda em cartões está ficando pesada demais para administrar de forma manual. Caso sim, talvez seja a hora de pensar em TEF.

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